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sábado, 29 de março de 2014
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
domingo, 25 de outubro de 2009
CURIOSIDADES MUSICAIS
Gioacchino Rossini
Curiosidades
Colaboração para a Folha Online
Clarinetista mestre-cuca
Além da música, a comida era uma das duas grandes paixões na vida do rechonchudo Gioacchino Rossini. Criou-se inclusive um extenso anedotário sobre o quanto a segunda teria interferido na primeira. Conta-se, por exemplo, que havia uma motivação de fundo gastronômico para o fato de, na maioria de suas óperas, a apresentação da segunda clarineta ficar reservada apenas para o primeiro ato. Segundo consta, um dos clarinetistas preferidos de Rossini era um exímio cozinheiro. Assim, durante o intervalo, ele poderia ir para a cozinha preparar o jantar que o compositor desfrutaria após o espetáculo.
Rossini no prato
Conhecido como um grande gourmet, o compositor criou um prato chamado Tournedos Rossini, que até hoje consta no cardápio da cozinha internacional. Servido originalmente no Café Anglais, localizado no Boulevard des Italiens, em Paris, trata-se de um medalhão de filé coberto por uma camada de foie gras e trufas laminadas. O chef do restaurante teria ficado irritado com a interferência de Rossini, que insistira em preparar o próprio prato à mesa, mandando vir os ingredientes, um a um, da cozinha. "Se não está gostando, vire as costas", teria dito Rossini ao chef.
Um molho com gosto de Wagner
Rossini passou boa parte de sua vida negando a autoria de uma frase sobre o compositor alemão Richard Wagner, atribuída a ele pela imprensa parisiense da época. Segundo a lenda, numa mesa rodeados de amigos, Rossini teria comparado um turbot à l'Allemande, molho fortemente condimentado, à obra de Wagner. "Isso parece a música de Wagner: tem um molho forte, mas não tem nenhuma substância, nenhuma melodia". O próprio Rossini fez uma visita a Wagner para desmentir pessoalmente a pilhéria.
Coelhinho de madame
Famoso pelas suas pilhérias, Rossini foi abordado certa vez por uma senhora da alta sociedade parisiense, que lhe indagou como deveria se dirigir a ele: "grande mestre", "gênio divino" ou "príncipe da música"? Rossini riu e respondeu: "Preferia que a madame me tratasse por 'meu coelhinho' ".
Gato na ópera
A primeira apresentação de O barbeiro de Sevilha, em 1816, na Itália, foi um fracasso histórico. O público vaiou a ópera do começo ao fim. Para piorar a situação, um gato resolveu entrar no palco em meio a uma das árias. O bichano pulou no colo de um dos atores e só a muito custo foi expulso do palco, após ameaçar arranhar duas atrizes com mordidas e unhadas.
Curiosidades
Colaboração para a Folha Online
Clarinetista mestre-cuca
Além da música, a comida era uma das duas grandes paixões na vida do rechonchudo Gioacchino Rossini. Criou-se inclusive um extenso anedotário sobre o quanto a segunda teria interferido na primeira. Conta-se, por exemplo, que havia uma motivação de fundo gastronômico para o fato de, na maioria de suas óperas, a apresentação da segunda clarineta ficar reservada apenas para o primeiro ato. Segundo consta, um dos clarinetistas preferidos de Rossini era um exímio cozinheiro. Assim, durante o intervalo, ele poderia ir para a cozinha preparar o jantar que o compositor desfrutaria após o espetáculo.
Rossini no prato
Conhecido como um grande gourmet, o compositor criou um prato chamado Tournedos Rossini, que até hoje consta no cardápio da cozinha internacional. Servido originalmente no Café Anglais, localizado no Boulevard des Italiens, em Paris, trata-se de um medalhão de filé coberto por uma camada de foie gras e trufas laminadas. O chef do restaurante teria ficado irritado com a interferência de Rossini, que insistira em preparar o próprio prato à mesa, mandando vir os ingredientes, um a um, da cozinha. "Se não está gostando, vire as costas", teria dito Rossini ao chef.
Um molho com gosto de Wagner
Rossini passou boa parte de sua vida negando a autoria de uma frase sobre o compositor alemão Richard Wagner, atribuída a ele pela imprensa parisiense da época. Segundo a lenda, numa mesa rodeados de amigos, Rossini teria comparado um turbot à l'Allemande, molho fortemente condimentado, à obra de Wagner. "Isso parece a música de Wagner: tem um molho forte, mas não tem nenhuma substância, nenhuma melodia". O próprio Rossini fez uma visita a Wagner para desmentir pessoalmente a pilhéria.
Coelhinho de madame
Famoso pelas suas pilhérias, Rossini foi abordado certa vez por uma senhora da alta sociedade parisiense, que lhe indagou como deveria se dirigir a ele: "grande mestre", "gênio divino" ou "príncipe da música"? Rossini riu e respondeu: "Preferia que a madame me tratasse por 'meu coelhinho' ".
Gato na ópera
A primeira apresentação de O barbeiro de Sevilha, em 1816, na Itália, foi um fracasso histórico. O público vaiou a ópera do começo ao fim. Para piorar a situação, um gato resolveu entrar no palco em meio a uma das árias. O bichano pulou no colo de um dos atores e só a muito custo foi expulso do palco, após ameaçar arranhar duas atrizes com mordidas e unhadas.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
PROJETO "LA FONTEGARA" - Uberlândia (Minas Gerais - UFU)
Olá pessoal!
Tenho o prazer de convidá-los para participar do projeto "La Fontegara". Nos dias 22 e 23 de outubro teremos a participação da flautista Giulia Tettamanti (Unicamp) que apresentará três palestras sobre este tratado tão importante para a flauta doce. Todas as atividades serão no bloco 3M, do campus Santa Mônica, da Universidade Federal de Uberlândia e terão entrada franca. Vejam abaixo a programação.
Por favor, ajudem na divulgação.
Grande abraço,
Paula ( Prof. de Flauta Doce UFU - Uberlândia - Minas Gerais)
LA FONTEGARA: o tratado de Silvestro Ganassi e a música instrumental dos Séculos XVI XVII22/10/09 – Sala 3M07, 14h50 – 17h40
Palestra – Introdução e aspectos técnicos da flauta doce contidos no tratado de Ganassi (1535): sonoridade, dedilhados, articulação e expressão no instrumento.
23/10/09 – Sala 3M07, 08h00 – 09h40
Palestra – Aspectos técnicos da flauta doce contidos no tratado de Ganassi (1535): sonoridade, dedilhados, articulação e expressão no instrumento.
23/10/09 – Sala 3M07, 10h00 – 12h00
Palestra – A arte da diminuição: procedimentos do processo de improvisação/ ornamentação contidos na Fontegara.
23/10/09 – Sala Camargo Guarnieri, 20h
Concerto – A arte de diminuir
Duo Alamire: Giulia Tettamanti (flauta doce) e Raí B. Toffoletto (cravo)
GIULIA TETTAMANTI (flauta doce) – Formada em flauta doce pelo Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” em Tatuí. Concluiu , em 2005, o bacharelado em flauta doce pela UNESP com Bernardo T. Pisa. É aluna do programa de pós-graduação da UNICAMP, sob orientação do Prof. Dr. Paulo Mugayar Kühl, onde desenvolve pesquisa sobre a música instrumental veneziana do século XVI e recebe o auxílio da FAPESP. Participou de diversos festivais e master classes no Brasil e na Itália com Pierre Hamon, Gwenael Bihan, Hans Joachim Fuss, Christoph Ehrsam, Ricardo Kanji, Cesar Villavicencio, Robert Erlich, Gerd Lünerbüger e John Tyson.
RAI BIASON TOFFOLETTO (cravo) – Natural de São Carlos, concluiu o Curso Técnico de piano em 2005, na Escola Allegro com a Prof.ª Dirce Maria de Falco. Em 2006, ingressou em primeiro lugar no curso de Música da UNICAMP, na classe de piano da Prof.ª Dr.ª Aci Meyer. Desde 2008 freqüenta a classe de piano da Prof.ª Dr.ª Maria José Carrasqueira, e integra a classe de Baixo-Contínuo da Prof.ª Dr.ª Helena Jank. Participa de festivais e masterclasses tendo aulas de piano e cravo com Gilberto Tinetti, Eduardo Monteiro, Luciana Sayuri, Alessandro Santoro, Homero de Magalhães Filho, Ana Paula Segurola e Jacques Ogg.
Tenho o prazer de convidá-los para participar do projeto "La Fontegara". Nos dias 22 e 23 de outubro teremos a participação da flautista Giulia Tettamanti (Unicamp) que apresentará três palestras sobre este tratado tão importante para a flauta doce. Todas as atividades serão no bloco 3M, do campus Santa Mônica, da Universidade Federal de Uberlândia e terão entrada franca. Vejam abaixo a programação.
Por favor, ajudem na divulgação.
Grande abraço,
Paula ( Prof. de Flauta Doce UFU - Uberlândia - Minas Gerais)
LA FONTEGARA: o tratado de Silvestro Ganassi e a música instrumental dos Séculos XVI XVII22/10/09 – Sala 3M07, 14h50 – 17h40
Palestra – Introdução e aspectos técnicos da flauta doce contidos no tratado de Ganassi (1535): sonoridade, dedilhados, articulação e expressão no instrumento.
23/10/09 – Sala 3M07, 08h00 – 09h40
Palestra – Aspectos técnicos da flauta doce contidos no tratado de Ganassi (1535): sonoridade, dedilhados, articulação e expressão no instrumento.
23/10/09 – Sala 3M07, 10h00 – 12h00
Palestra – A arte da diminuição: procedimentos do processo de improvisação/ ornamentação contidos na Fontegara.
23/10/09 – Sala Camargo Guarnieri, 20h
Concerto – A arte de diminuir
Duo Alamire: Giulia Tettamanti (flauta doce) e Raí B. Toffoletto (cravo)
GIULIA TETTAMANTI (flauta doce) – Formada em flauta doce pelo Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” em Tatuí. Concluiu , em 2005, o bacharelado em flauta doce pela UNESP com Bernardo T. Pisa. É aluna do programa de pós-graduação da UNICAMP, sob orientação do Prof. Dr. Paulo Mugayar Kühl, onde desenvolve pesquisa sobre a música instrumental veneziana do século XVI e recebe o auxílio da FAPESP. Participou de diversos festivais e master classes no Brasil e na Itália com Pierre Hamon, Gwenael Bihan, Hans Joachim Fuss, Christoph Ehrsam, Ricardo Kanji, Cesar Villavicencio, Robert Erlich, Gerd Lünerbüger e John Tyson.
RAI BIASON TOFFOLETTO (cravo) – Natural de São Carlos, concluiu o Curso Técnico de piano em 2005, na Escola Allegro com a Prof.ª Dirce Maria de Falco. Em 2006, ingressou em primeiro lugar no curso de Música da UNICAMP, na classe de piano da Prof.ª Dr.ª Aci Meyer. Desde 2008 freqüenta a classe de piano da Prof.ª Dr.ª Maria José Carrasqueira, e integra a classe de Baixo-Contínuo da Prof.ª Dr.ª Helena Jank. Participa de festivais e masterclasses tendo aulas de piano e cravo com Gilberto Tinetti, Eduardo Monteiro, Luciana Sayuri, Alessandro Santoro, Homero de Magalhães Filho, Ana Paula Segurola e Jacques Ogg.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
MUSICOTERAPIA - A TRILHA SONORA DOS BAIXINHOS
Por Cassandra Gomes
Fonte: Revista Baby & Cia
Ela é uma forma de arte, das mais antigas. Ela expressa ideias, culturas, sentimentos, remetendo a emoções e trazendo benefícios poderosos em nosso corpo físico, mental e psicológico.
Segundo Claudia Junia Ferreira Rocha de Azevedo, terapeuta ocupacional, com extensão em Musicoterapia “A música já pode ser utilizada desde a gestação, com a mamãe conversando e cantando para o bebê na barriga. Normalmente, músicas que a mãe ouviu ou colocou para o bebê na barriga são músicas que podem acalmar, dar segurança e/ou confortar o mesmo, quando fora da barriga. A mãe e o pai podem resgatar músicas de sua infância e cantar para o bebê, podem utilizar músicas clássicas também, porém, o mais importante é que essas músicas tenham ligação com a vida desses pais, para que eles possam transmitir para os filhos”.
Para a profissional, a música é um dos melhores elementos de expressão, comunicação e interação e aconselha os pais a fazerem uso da “boa música” com seus filhos, educar o ouvido musicalmente apresentando essa arte aos baixinhos, o quanto antes, melhor.
A terapeuta ocupacional Claudia Junia realiza tanto um trabalho nos berçários das escolas (para nenês de 0 a 2 anos), quanto para os maiorzinhos, de 2 a 6 anos. Nas oficinas com os bebês, direciona as atividades utilizando cantigas de roda, brincadeiras cantadas, músicas que estimulam ganhos físicos, de comunicação, cognição que o bebê pode apresentar.
Também utiliza músicas instrumentais e de relaxamento para o momento da massagem no final de cada oficina ou trabalho. E complementa, “O principal objetivo dessas oficinas é promover uma melhor interação dos pais com seus filhos, formação ou foortalecimento do vínculo”.
Já na pré-escola, a musicalização deverá ser ligada ao desenvolvimento de outros aspectos ligados à criança, como criatividade, coordenação motora, lateralidade, lógica, estética, socialização e afetividade (principalmente as crianças de período integral), entre outros.
Os trabalhos de terapia ocupacional ou a musicoterapia só podem ser realizados por profissionais especializados graduados. Escutar música ou cantar para o seu filho não é terapia, mas o seu efeito é especial, porque desenvolve o vínculo pessoal. As sessões de terapia variam de acordo com a necessidade do paciente, mas normalmente ocorrem de uma a duas vezes por semana, com duração de 50 minutos.
A indicação da terapia pode ser específica, como coadjuvante em tratamentos de saúde ou comportamental. No caso dos nenês e crianças habituais das escolas, eles terão o seu estímulo incentivado desde cedo para ajudar em seu desenvolvimento, relaxamento, potencializar aprendizados e resultados.
A música faz parte da rotina dos bebês e crianças de todas as idades e em todos os tempos. Nas escolas a música se faz presente, mas presente mesmo é saber aproveitar o que ela faz de bom: acalma, anima, ensina, socializa, cura
Sons caseiros
* Se os pais tocarem algum instrumento musical toque-o sempre, desde a gestação.
* Brincadeiras com chocalhos.
* Cantar ou colocar música na hora do banho.
* Cantar com palmas. Por volta dos 8 meses o nenê também interagirá com palmas.
*Colocar músicas que falem das partes do corpo – auxilia na nomeação e estimula a fala.
* Brincar de roda.
* Estimular brincadeiras com instrumentos musicais, como o pandeiro, o tambor, o violão.
* Cantar, tocar, brincar, todos juntos; pais e nenês interagem de maneira fantástica e desenvolvem o vínculo afetivo
A musicalização da rotina das crianças com auxílio profissional
* Na fase da pré-escola não é aconselhável o aprendizado musical, manusear um instrumento, e sim depois da etapa da musicalização.
* Possibilita a descoberta da música.
* Proporciona descobertas de sons (do próprio corpo, instrumentais e do
meio).
* Por meio da música conhece o corpo, trabalhando imagem e esquema corporal, desenvolvendo os sentidos e aumentando a percepção.
* Estimula o ritmo.
* Estimula aspectos cognitivos e emocionais (atenção, concentração, memória, prontidão, entre outros).
* Estimula a criatividade e a imaginação.
* Proporciona uma melhor socialização.
Fonte: Revista Baby & Cia
Ela é uma forma de arte, das mais antigas. Ela expressa ideias, culturas, sentimentos, remetendo a emoções e trazendo benefícios poderosos em nosso corpo físico, mental e psicológico.
Segundo Claudia Junia Ferreira Rocha de Azevedo, terapeuta ocupacional, com extensão em Musicoterapia “A música já pode ser utilizada desde a gestação, com a mamãe conversando e cantando para o bebê na barriga. Normalmente, músicas que a mãe ouviu ou colocou para o bebê na barriga são músicas que podem acalmar, dar segurança e/ou confortar o mesmo, quando fora da barriga. A mãe e o pai podem resgatar músicas de sua infância e cantar para o bebê, podem utilizar músicas clássicas também, porém, o mais importante é que essas músicas tenham ligação com a vida desses pais, para que eles possam transmitir para os filhos”.
Para a profissional, a música é um dos melhores elementos de expressão, comunicação e interação e aconselha os pais a fazerem uso da “boa música” com seus filhos, educar o ouvido musicalmente apresentando essa arte aos baixinhos, o quanto antes, melhor.
A terapeuta ocupacional Claudia Junia realiza tanto um trabalho nos berçários das escolas (para nenês de 0 a 2 anos), quanto para os maiorzinhos, de 2 a 6 anos. Nas oficinas com os bebês, direciona as atividades utilizando cantigas de roda, brincadeiras cantadas, músicas que estimulam ganhos físicos, de comunicação, cognição que o bebê pode apresentar.
Também utiliza músicas instrumentais e de relaxamento para o momento da massagem no final de cada oficina ou trabalho. E complementa, “O principal objetivo dessas oficinas é promover uma melhor interação dos pais com seus filhos, formação ou foortalecimento do vínculo”.
Já na pré-escola, a musicalização deverá ser ligada ao desenvolvimento de outros aspectos ligados à criança, como criatividade, coordenação motora, lateralidade, lógica, estética, socialização e afetividade (principalmente as crianças de período integral), entre outros.
Os trabalhos de terapia ocupacional ou a musicoterapia só podem ser realizados por profissionais especializados graduados. Escutar música ou cantar para o seu filho não é terapia, mas o seu efeito é especial, porque desenvolve o vínculo pessoal. As sessões de terapia variam de acordo com a necessidade do paciente, mas normalmente ocorrem de uma a duas vezes por semana, com duração de 50 minutos.
A indicação da terapia pode ser específica, como coadjuvante em tratamentos de saúde ou comportamental. No caso dos nenês e crianças habituais das escolas, eles terão o seu estímulo incentivado desde cedo para ajudar em seu desenvolvimento, relaxamento, potencializar aprendizados e resultados.
A música faz parte da rotina dos bebês e crianças de todas as idades e em todos os tempos. Nas escolas a música se faz presente, mas presente mesmo é saber aproveitar o que ela faz de bom: acalma, anima, ensina, socializa, cura
Sons caseiros
* Se os pais tocarem algum instrumento musical toque-o sempre, desde a gestação.
* Brincadeiras com chocalhos.
* Cantar ou colocar música na hora do banho.
* Cantar com palmas. Por volta dos 8 meses o nenê também interagirá com palmas.
*Colocar músicas que falem das partes do corpo – auxilia na nomeação e estimula a fala.
* Brincar de roda.
* Estimular brincadeiras com instrumentos musicais, como o pandeiro, o tambor, o violão.
* Cantar, tocar, brincar, todos juntos; pais e nenês interagem de maneira fantástica e desenvolvem o vínculo afetivo
A musicalização da rotina das crianças com auxílio profissional
* Na fase da pré-escola não é aconselhável o aprendizado musical, manusear um instrumento, e sim depois da etapa da musicalização.
* Possibilita a descoberta da música.
* Proporciona descobertas de sons (do próprio corpo, instrumentais e do
meio).
* Por meio da música conhece o corpo, trabalhando imagem e esquema corporal, desenvolvendo os sentidos e aumentando a percepção.
* Estimula o ritmo.
* Estimula aspectos cognitivos e emocionais (atenção, concentração, memória, prontidão, entre outros).
* Estimula a criatividade e a imaginação.
* Proporciona uma melhor socialização.
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